História
Sebastianinha
11-Out-2009
Image Merece o diminutivo impresso no nome e que corresponde ao seu tamanho físico. Não se conhece bem a sua origem. O fato é que,  de repente, surgiu como “moradora” de um espaço de calçada, perto da Igrejinha, cujo “teto” era uma lona a partir do muro. Destacava-se, também, por estar sempre falando sozinha, ou se dirigindo aos passantes, discursando contra políticos, ou sacerdotes, ou médicos... Agora, finalmente, ganhou uma casa na Braúna. Não sabemos se continua “discursando” ou se está em recesso...

 
Mário Sarmento
14-Jul-2009
Postado em 14 de julho de 2009
 
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Em setembro de 1964, o Mário já era funcionário do Correio. Em 13/06/1985, festa de Santo Antônio, por ocasião do lançamento do lançamento da pedra fundamental da capela que seria erguida no moro, no terreno doado pelo Sr. João Luiz Breijão Neto e D. Gesy (sua esposa), o Mário sugeriu ao Sr. Prefeito Ivon Chein Mansur que o morro passasse a se chamar MORRO CRISTO REI e, então, ele mesmo começou a colocar faixas no morro com esse nome, onde ele iniciou o famoso SOPÃO, que era dado aos habitantes daquele local. Começou assim o Morro Cristo Rei. Mais tarde, em 20/12/1988, por lei Municipal de n° 949/88, o morro passou a se chamar BAIRRO CRISTO REI.

Em janeiro de 2000, Mário publicou um livreto de anedotas intitulado “CAUSOS”. Só podia ser coisa do Mário Cascudo”: Palavras do jornal “TRIBUNA”, Mário nos deixou na noite de 9/7/2009, falecendo no hospital de taperuna.
 
Gérzio Calzolari
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EX-FERROVIÁRIO HOMENAGEIA PORCIÚNCULA COM POESIA
14-Jul-2009
Postado em 14 de julho de 2009
 
Image As lembranças da Porciúncula, da longínqua década de 30 do século passado, permanecem vivas na memória de Aristides Dorigo, um ex-ferroviário que trabalhou como telegrafista na estação ferroviária de Porciúncula, no ano de 1938. E para comprovar o carinho que sente pela cidade, ele compôs uma poesia (vide abaixo). Atualmente, senhor Aristides reside na cidade de Recreio/MG, próxima a Leopoldina/MG. E mesmo aos 89 anos de idade, mantém-se ativo e em efetiva interação com os acontecimentos. Além de escritor, ele é poeta e colunista de jornais daquela região. O segredo de tanta vitalidade, ele não esconde de ninguém.

- O segredo para se manter ativo é ler muito. A leitura é o exercício da mente – afirma Aristides Dorigo.

Mesmo após 70 anos, o ex-ferroviário relembra detalhes da época em que Porciúncula ainda era distrito de Itaperuna e o “trem de ferro” era uma das principais atrações da cidade. Em carta endereçada ao prefeito Antonio Jogaib, senhor Aristides cita passagens interessantes.

- Jamais esqueci daquele tempo em que trabalhei na estação de Porciúncula. As tardes calmas, após o expediente, quando eu caminhava em direção ao pontilhão, apreciando o rio Carangola... E o que dizer das lindas filhas do libanês, que tinha uma casa comercial próximo à estação. Só não tentei namorá-las porque ele era muito bravo – relembra Aristides.

Clique na foto e leia a poesia
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Visita ao passado
01-Jul-2009
Postado em 01 de julho de 2009
 
ImageDepois de muitos anos de ausência, visitar a terra natal é sempre motivo encontros com o passado em forma de lugares, pessoas, recordações...

Emoção é a palavra que melhor define a visita de Sérgio Villela de Mendonça ao Centro Cultural no dia 30 de junho passado. Com o coração cheio de alegria e saudade, contou que o local onde hoje funciona o Centro Cultural, foi seu local de trabalho.

Na antiga Estação Ferroviária, Sérgio trabalhou como Agente Ferroviário nos anos 1958 a 1966. Apesar de sua base ser Carangola, era ele quem cobria as férias dos companheiros ferroviários de Porciúncula. Assim, contou histórias e relembrou dos amigos: Cacico Peçanha, João Magalhães, Walter Silva, Waldomiro Toledo, Olavo Pinto de Abreu, Joaquim Mattos, Ismael, Zé Confusão, Wilson Toledo, Zé Maria e outros.

 
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Desenvolvimento - Secretaria Municipal de Cultura - Porciúncula - RJ - 2010.